quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Guitarras de Lisboa




Era sempre assim
Em noites vindas do nada
Madrugadas sem fim
Feitas á desgarrada

Marcos Sobral

2 comentários:

Dylan disse...

Belo apontamento!

George Sand disse...

Era sempre assim
Em noites vindas do nada
Madrugadas sem fim
Feitas à desgarrada

uma guitarra perdida
no fundo de uma calçada
essa voz tão destemida
pra largar à desfilada

Era sempre assim
que se cantava esta vida
no tempo só de um destino
na ruela tão escondida

Era sempre assim
noite de guitarrada
um fado por ti pedido
a vida por mim achada.